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December 03, 2007

Eyes wide open

My dear readers, this is my 50th blog update. What began as a hype is now growing more mature. Many of the ecoblogs are now drowned in the dark waters of abandon. I don't blame the authors, it's so much to do in so little time that we cannot update our blogs really often.

Muito justo deixarem para depois as divagações caracteríticas dos blogs. Eu mesmo venho faltando diversas vezes com vocês com um número bastante reduzido de novos reclames.

Continuando, eu agradeço aos chutes que vocês deram em relação ao adjetivo que caracterizaria este espaço: profundidade. Qual a vantagem em ser profundo? Tratar de assuntos de alguma importância na vida das pessoas? Não...talvez seja uma maneira simpática que meus amigos encontraram de dizer que só escrevo besteiras sentimentalóides ou filosofo sobre coisas absolutamente desnecessárias mas mesmo assim...merci mes amis.

Aujourd'hui cette atualization justifie le nom de ce blog: polyphonic. Pourquoi? Vraiment parce que, je ne sais pas pourqoui, j'ai choisi de ne pas mantenir l'unité linguistique n'importe dans quelle langue. D'après que vous pensez que je suis arrogant, je vous explique: c'est une volonté absolutment intérieure...c'est ça. Je sais que ce n'est pas une bonne explication mais c'est la que j'ai maintenant.

Mas antes de encerrar alguns comentários, ou como diriam nos áureos tempos de Elifoot: "chicotadas psicológicas":

Vem chegando a MiFUBe II. Sim, meus caros, o tempo passou e está chegando a hora de mais um encontro na FBI nos lados de lá da poça onde uma galera muito sapeca irá ter altos agitos, aprontando verdadeiras confusões em clima de muita azaração. Detonando uma verdadeira guerra contra o mal humor com altas loucuras.

Estou ciente da quantidade exorbitante de piadas internas contidas no paragrafo acima, mas ai vai mais uma: Carol, vá e não se esqueça do rótulo (ou dos rótulos) de Skol. Eu sei que ela não vai ler isso mas vale a título de piada interna...de novo.

Anyways, I'm pretty angry right now because the fucking cable provider cut off the signal leaving me only with the open TV channels 'till 'bout 6pm...guess it's time to go to the gym then...they've got cable there too.

And to those who ask: this picture is from Ushuaia, in the deep south of the world. A very nice place I intend to visit someday.

PS: A compreensão do parágrafo na lingua de Voltaire não torna você nem o texto melhor.
PS2: Se você mesmo assim quiser saber o que escrevi, me mande uma carta.
PS3: Se você me xingar por causa do trecho na língua de Rousseau, não tiro sua razão.
PS4: Post na lingua de Goethe sairá um dia...ou não.
PS5: Assistam Achmed the dead terrorist no Youtube. It's worth the ticket.
PS6: "It's not Akmed...it's Arrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrmed."
PS7: "A...cee...fleeem...."
PS8: "I'm Lindsey Lohan!!"
PS9: Some skinny-ass japanese chick ain't sexier than Carmen Electra...end of discussion.
PS10: Imagine a PS10...how would it be like...some super-hyper-turbo-maxi-giga-express-extended videogame? Os just a PS9 with "better graphics"?
PS11: Wanna play super mario bros. on the Wii (weeeeeeeeeeeeee) and the Gamecube.
PS12: Never mind.
PS13: I can't stand the same shit over and over again.
PS14: Para o Corinthians: HA-HA-HA-HA-HA-HA-HA
PS15: Tut mir leid, ich möchte nicht Deutsche geschreiben hier...jetzt...nein!
PS16: Ich will nicht eine
Übersetzung
geschreiben.
PS17: Será que tem alguém lendo até aqui?
PS18: Acho que não.
PS19: Nem eu.
PS20: Pois é...acho que vou encerrar por aqui.
PS21: Boa idéia.
PS22: Concordo.

September 06, 2007

O reencontro de dois inimigos

Devido a protestos, estou postando uma tradução (porca) do post de ontem. A noite, talvez, o post real do dia.

O quarto está vazio e silencioso. O ar está agradável mas não faz sol. A vida não está mais lá. No final da sala pode-se ver uma cama e sobre ela está um homem que foi acometido com uma doença terrível. Os médicos não sabiam o que fazer para curá-lo então deixaram-no ali para aguardar o fim que se aproxima.

Ele não deseja companhia alguma, deseja ficar só. Não quer ser visto por ninguém naquelas condições. Sua pele tornou-se amarelada, seus cabelos... brancos. Seu rosto que outrora era belo e radiante, agora passa somente dor e tristeza. A vida não foi fácil para Ariel, mas ele não tinha medo de trabalhar, lutar...jamais.

A doença misteriosa que o atingiu, dias atrás, o fez perder a alegria de viver, a motivação para lutar e tornou seu coração cinzento e duro, como uma pedra. Sua alma, que era repleta de cores, sorrisos e música, silenciou-se e se tornou triste.

A porta se abre. Alguém fala com ele: "Ah Ariel...você era o mais belo dos homens. A vida foi dura contigo. Porque você não é como eu?"

Ariel não responde, ele não pode. É impossível pois está fraco demais para falar. O homem continua:

"Escute, meu amigo, eu não ficarei aqui contigo. Eu sei que você não quer, mas deixarei com você estas flores. Não morra, Ariel. Eu preciso de um nemesis...de um inimigo... de uma força tão forte quanto eu mas diferente de mim."

Depois de falar, o homem deixou um buquê sobre a mesa ao lado do leito de Ariel com uma carta onde estava escrito: "Ao meu inimigo favorito."